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Um copo/taça adequado para vinhos deve ser incolor, inodoro e, preferivelmente, de cristal. Igualmente importante é o formato do copo.

O formato e o tamanho ideais do copo são fundamentais para a melhor percepção das características olfativas do vinho.

Existem à disposição, centenas de tipos diferentes de copos de vinho; normalmente, a diferenciação se dá no modo de fabricação (manual ou industrial), nos detalhes, no acabamento e no tipo de cristal utilizado, no entanto, algumas características devem ser observadas na hora da escolha dos copos.

Os copos devem ser de cristal incolor (para se poder contemplar melhor a cor do vinho).

Devem possuir os pés longos para evitar que o calor das mãos modifique a temperatura do vinho, além de evitar que se deixe indesejáveis impressões digitais no corpo do copo.

A escolha do copo apropriado é essencialmente ligada ao tipo de vinho a ser degustado:

Vinhos Brancos: não requerem copos grandes e devem ser servidos em copos com a boca não muito grande, de modo a melhor colher as sensações voláteis como a fresqueza e aromas florais e de frutas frescas, característicos dos vinhos brancos.

Vinhos tintos não envelhecidos: são degustados em copos semelhantes aos copos para vinho branco, porém um pouco maiores.

Vinhos tintos envelhecidos: estes vinhos, normalmente, são caracterizados por perfumes complexos, após a permanência na garrafa, em alguns casos, por vário anos. Neste caso, são recomendados copos grandes, ligeiramente abaulados na sua metade inferior e com boca larga. Este desenho garante uma grande área de contato do vinho com o ar, facilitando a sua oxigenação e fazendo com que o vinho libere todo o seu bouquet.

Espumantes secos: os espumantes secos, entre eles o Prosecco e o Champagne, requerem um copo do tipo “flûte”, seja para se observar melhor a efervescência do vinho, seja para controlar a dispersão do seu perfume delicado.

Espumantes doces: os espumantes doces, o Asti, por exemplo, devem ser servidos em taças abertas para que possam liberar imediatamente a sua aromaticidade.

Você sabia que a taça tradicional de champanhe, baixa e larga, foi criada no século XVIII? Diz-se que o então governante da França, Luis XVI, utilizou como molde o seio esquerdo da sua esposa, Maria Antonieta. Hoje em dia este modelo é mais utilizado para espumantes doces e o modelo de taça mais utilizado para o champagne é o “flûte”.


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